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Mostrando postagens com marcador Educacional eTextos Informativos. Mostrar todas as postagens

Bom sistema de vestibular simulado, traz 10 mil questões já apresentadas em exames de 85 faculdades brasileiras. O aluno escolhe a disciplina, o número de testes e o tempo para a prova. O programa fornece ranking dos resultados, informa o desempenho por assunto e manda as questões erradas para uma pasta de revisão.

O Studio Vestibular pode ser utilizado para os seguintes fins:

1. Realizar provas no computador ou impressas;
2. Gerenciar questões;
3. Gerenciar simulados;
4. Acompanhar o Desempenho obtido.

Estilo: Simulação de Vestibular
Fabricante: Softcom
Tamanho: 25.6 Mb
Formato: Rar
Idioma: Português






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De Graca e Mais Gostoso
SAIBA MAIS SOBRE O CONCURSO,CLIQUE AQUI.

Nome do livro: Apostila Concurso Correios 2009/10
Nome do Autor: Correios
Gênero: Apostila
Ano de Lançamento: 2009
Tamanho: 7 mb
Formato: Rar
Idioma: Português

Descrição:
* Português
Regras de Acentuação Gráfica
Gramática completa
Ortografia oficial
Separação silábica

* Matemática
Sistema monetário
Equações e Inequações do 1º E 2º Graus
Juros e Porcentagem
Lista Expressões numéricas
Razão, Proporção e Regra de Três

* Informática
Dentre outros….



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Ai galera, esta ai a prova que seria aplicada neste domingo e sabado "uma prova que vazou", esta ea Nova Prova do ENEM 2009, que por suspeitas de fraudes e de possivel Vazamento da prova foi Adiada, como ja vazou mesmo o INEP resolveu Liberar as provas para usar como assim simulado Poderemos estudar melhor!

Este e um excelente material de estudo, pois ea versão da prova original, assim vamos estar melhor preparados para a próxima prova que tem previsão de ser aplicada daqui a 45 dias.

Enquanto isso baixem a prova eo gabarito estudem e aqui!

DOWNLOAD:
EasyShare Prova 1 (seria aplicada no Sábado)
EasyShare Prova 2 (seria aplicada no Domingo)
EasyShare Gabarito

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ENEM 2009
Um guia de como se preparar para as provas

Reta Final: O que fazer no dia D
Conteúdo: Temas que pueden cair
Redação: Dicas para escrever bem
Pontuação: chutes detecta Correção
Amigos: Estudar em grupo é legal

Estilo: Apostilas para Vestibular
Autor: Editora Globo
Tamanho: 10,3 Mb
Formato: Rar
Idioma: Português

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Falta menos de um mês para a prova do novo Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), prova esta que, sabemos, está bem (muito) modificada em relação a suas edições anteriores. Porém… Tais mudanças foram boas? Surtirão os efeitos desejados? Agradaram aos candidatos que a farão?
Para responder a essas perguntas devemos TENTAR entender por que as mesmas foram adotadas. O antigo Exame não avaliava bem os alunos do ensino médio do nosso país? Precisava mesmo ser alterado? O problema de nossa Educação estava nele???
Pois é. É dificil responder prontamente e sem gerar novas perguntas a perguntas relacionadas a medidas adotadas por nosso Governo (principalmente relacionadas à Educação). Mas, vamos tentar…
O Brasil não está nem perto dos países desenvolvidos no que se diz respeito à educação nacional. Sabemos que grande parte de nossa população não possui, sequer, o Ensino Médio… A justificativa do Governo para as mudanças na prova do ENEM foi que, agora, esta se tornaria uma prova mais “democrática”.
Tais mudanças não tomariam forma apenas na prova em si, mas em todo o esquema do Vestibular. A nota da prova do ENEM (prova “mais bem adaptada ao estudante do ensino médio brasileiro”) seria incorporada à nota do Vestibular de cada Universidade ou, até mesmo, substituí-las. Ou seja, o estudante faz a prova em Outubro, especificando a carreira desejada e o estado no qual pretende estudar e a nota desta mesma prova vale para todas as Universidades a que ele vier prestar Vestibular ou, em alguns casos, o candidado já será eliminado ou classificado para a Universidade que admitiu o ENEM como única forma de ingresso. Porém, se tratando agora de uma prova indispensável ao ingresso do estudante numa Faculdade, ela, portanto, deveria se tornar um pouco mais parecida com as provas do Vestibular tradicional, sem perder, ao mesmo tempo, sua característica de “prova adaptada ao estudante do Ensino Médio brasileiro. Foram então acrescidas cerca de 17 questões por matéria, um total de 117 questões.
Pois bem, as Universidades não foram obrigadas a acatar tais mudanças, mas foram aconselhadas a fazê-lo.
A UERJ (Universidade ESTADUAL do Rio de Janiero) foi a única que não acatou. TODAS as outras (FEDERAIS) incorporaram, de forma indispensável,cada uma a sua forma, a prova do ENEM em seus processos de seleção.
Uma pesquisa feita pelo Governo Federal apontou que cerca de 53% dos jovens aprovoram as mudanças no Vestibular, porém não foi uma unanimidade. A votação foi apertada, pois esse assunto ainda gera muita discussão, principalmente, entre os jovens – principais interressados e afetados pelas mudanças.
Do meu ponto de vista, a prova antiga media algum conhecimento e bastante capacidade de raciocínio, porém pecava em incluir a prova de Redação no mesmo dia que as outras cansativas 63 questões. Sim, porque não eram questões normais; presavam pelo raciocínio, mas, mais pela resistência, já que eram praticamente todas ricas em grandes textos, necessários para a resolução das mesmas…Agora, a prova continua com a proposta de medir mais raciocínio e um conhecimento básico geral do que coisas específicas e, muitas vezes, inúteis. Isso é bom. O problema é que, se a antiga prova já pecava pelo cansaço que gerava, a nova acaba por medir menos a parte do raciocínio e passa a medir a resistência do candidato, pois serão 90 questões, ainda cansativas, em um dia, e mais 90, igualmente cansativas no outro, juntamente com a Redação.
Outro ponto é que sabemos que o Brasil não preza por uma igual distribuição de renda entre seus Estados, muito menos por uma igual “distribuição de educação” entre os mesmos. O Sudeste e o Sul possuem uma educação, em geral, bem melhor do que a oferecida no Nordeste, por exemplo. Por isso a questão de se poder optar por qualquer Estado sem precisar se despencar de onde mora para o Estado desejado só para fazer o Vestibular das Universidades de lá pertencentes, facilitará aos candidatos escolherem prestar Vestibular para Estados menos providos de um ensino de base e de qualidade, visando, assim, maior facilidade no ingresso. E isso vai acontecer, o que, ao meu ver, pode se tornar um problema a longo prazo. Canditados cariocas e paulistas, temendo a concorrncia em Universidades de São Paulo e do Rio de Janeiro, irão, sim, começar a migrar para Estados de menor “nota de corte” e concorrência. Sei disso porque conheço alguns que já irão fazer isso, e tenho certeza que muitos outros também o farão, o que elevará a concorrência e o nível de tais Vestibulares, colocando de fora do nível iniversitário grande parte da população local. Arrisco-me a dizer que daqui a uns 5, 6 anos, serão criadas cotas para nordestinos e nortistas no Vestibular, ao invés de se procurar melhorar a educação de base nessas regiões.
O fato é que, para o aluno chegar ao Ensino Médio, obviamente ele passou por todo Ensino Fundamental. Agora quer dizer que só o Ensino Médio no Brasil que não é bom??? Realmente, as escolas públicas aqui, em geral, não oferecem um Ensino Médio nem médio e nem ruim, mas pior do que isso. O Ensino Fundamental, que é FUNDAMENTAL, também é pior do que o ruim, e se abrangesse grande parte da população infantil nacional, já seria um grande avanço.Então vai dar-se um jeito na educação do país alterando-se o topo da pirâmide e deixando a base como está? (Tá vendo como é dificil parar de fazer perguntas?)Acredito… Não, tenho certeza, que o Governo deveria estar mais preocupado em despender esta e outras verbas advindas de nossos suados salários, em projetos de melhoria da educação infantil, do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, e não na prova que mede o conhecimento fornecido por tais Instituições precárias, deficientes e carentes de recursos e de profissionais.

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Pode ser ignorância minha, mas sério, galera, eu não sabia que alguns ditos tão ‘famosos’ são falados de forma incorreta por nós
(falo ‘nós’ referindo-me a mim mesmo e boa parte – se não todas- das pessoas que convivo).
Mas chega de blá, blá, blá... Vamos a eles:
Costumamos dizer:
"Esse menino não para quieto, parece que tem um bicho carpinteiro." Quando o correto é: "Esse menino não para quieto, parece que tem um bicho no corpo inteiro. É, na minha infância, eu sempre me perguntava se poderia existir mesmo um ‘bicho carpinteiro’.



Também dizemos: "Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão". Mas o correto é: "Batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão. É, se batata é uma raiz, nasce enterrada, como poderia esparramar pelo chão, se fica embaixo dele?

Outro conhecido: "Cor de burro quando foge." Sendo que a maneira correta é: "Corro de burro quando foge." Pensando bem, burro muda de cor quando foge? Que cor ele fica? Hahaha...
Outro: "Quem tem boca vai a Roma." (Pensava que o significado deste, era que quem se comunicava, perguntava, iria a qualquer lugar... mas não...). E o certo é: "Quem tem boca, vaia Roma." (Isso mesmo, do verbo vaiar).
Mais um: "Cuspido e escarrado." (Quando alguém é muito parecido com outra pessoa; mas, pensando bem, que ‘nojo’, né? Hehe!). Quando a maneira correta é: "Esculpido em Carrara." (Carrara, Itália, onde se considerava haver o mármore mais perfeito).




E, por último: "Quem não tem cão, caça com gato." Entretanto, o correto é: "Quem não tem cão, caça como gato." (Ou seja, caça sozinho!) Este, eu entendia que quem não tinha cão para ajudar na caça, aceitava ajuda do gato mesmo. É... Tá certo que o gato não é muito de ajudar em caça (prefere caçar sozinho), mas vai que o bicho tá de bom humor, né? Hahaha!


Enfim, vai dizer que você costuma falar um desses ditos corretamente? Eu confesso que não costumava... Mas isso serve para a gente perceber que, muitas vezes, não prestamos atenção naquilo que falamos, falamos porque todo mundo fala, por mera repetição. Vamos (me incluo nessa) se ligar mais, né gurizada?Um abração a todos e até o próximo post!

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Posso perceber como o pessoal está tendo dificuldades em se adaptar com as novas regras ortográficas (não é para menos), então, desta vez, venho aqui fazer minha parte, tentando explicar de uma forma bem simples algumas coisas que mudaram.
Vamos lá:
Trema:
O trema, definitivamente, não existe mais. Exceto em nomes próprios, como ‘Müller’, por exemplo (em alguns casos, esta regra não fará diferença, pois muita gente já escrevia ‘linguiça’ assim mesmo, sem o trema...);K, Y, W:Estas letras, que antes não faziam, agora passam a fazer parte oficialmente do nosso alfabeto: agora ele é composto por 26 letras e não mais 23 (vai ser uma mudança apenas oficial, pois estas letras já fazem parte do nosso cotidiano há anos, né Willian?);
Acento diferencial:
Antes, usava-se acento diferencial para diferenciar as palavras ‘pelo’ (combinação de preposição com artigo) e ‘pêlo’ (substantivo, aquilo que o gatinho, por exemplo, tem no corpo); também se usava o diferencial para distinguir o pára (verbo) e o para (preposição). Bem, agora como não devemos mais usá-lo, se alguém me escrever "para Jéssica", eu não saberei se é para mim ou se é para eu parar... Haha! Intrigante, não?
Acento circunflexo:O tão famoso "chapeuzinho do vovô" não deve ser mais tão usado: não o usamos mais no plural dos verbos ler, crer, ver, dar (putz!)... Antes, ficavam assim: lêem, crêem, vêem, dêem... Agora, não possuem mais o acento, ficando grafados da seguinte forma: leem, creem, veem, deem.Também não será mais usado em palavras terminadas em hiato, como voo, enjoo (reparem que já escrevi sem acento; é para eu ir me acostumando...);
Acento agudo:Junto com o circunflexo, coitado, o acento agudo também será menos usado (´). Em paroxítonas (penúltima sílaba ‘mais forte’) com ditongo aberto, ele não existirá mais. Antes, escrevíamos assim: jibóia, assembléia, centopéia, geléia, idéia... Agora, fica assim: jiboia, assembleia, centopeia, geleia, ideia. (isso faz com que a pronúncia destas palavras perca a ‘obviedade’, infelizmente);Também não será usado nas palavras paroxítonas, com "i" e "u" tônicos, quando antes houver um ditongo (junção de duas vogais e que, na separação de sílabas, permanecem "juntas"). Antes, por exemplo, se escrevia ‘feiúra’, agora, será feiura;
Hífen:Este, com certeza, é um dos mais alterados pela Reforma Ortográfica. Suas novas regras são mais complexas e confusas que as anteriores. Veja alguns exemplos:O hífen será usado quando a primeira palavra terminar com uma vogal e a segunda começar com a letra H, como ‘anti-herói’, ‘anti-higiênico’, ‘extra-humano’;Será usado hífen quando a primeira palavra terminar em R e a palavra seguinte começar também em R, como ‘hiper-realista’, ‘inter-racial’, ‘super-resistente’;Usa-se o hífen em palavras formadas pelos prefixos ‘ex’, ‘vice’, como vice-campeão, ex-mulher;Usa-se o hífen em palavras que começam pelos prefixos ‘pré’, ‘pró’, como ‘pré-operatório’ e ‘pró-reitoria’. Também se usa com o prefixo "pós", se a palavra seguinte tiver significado próprio, como em ‘pós-graduação’ (graduação é uma palavra que tem sentido "sozinha").
Galera, aí estão algumas regras que passaram a existir depois do Acordo Ortográfico. Para o hífen, por exemplo, existem muito mais regras, mas seria impossível passar todas aqui. Foram passadas somente as mais relevantes.No entanto, se ligue com as novas "regrinhas", por que isso ainda vai "complicar" a vida de muita gente, inclusive a minha, enquanto não estivermos habituados. Ainda levaremos um bom tempo para estudar e dominar esta mudança...Um forte abraço a todos.

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